Casa Acolhida Cidadã é referência no atendimento à população em situação de rua

Ser referência no atendimento é compromisso da Casa Acolhida

Trabalho desenvolvido na unidade é baseado no princípio do respeito e da ética e na Política Nacional para a População em Situação de Rua

A Casa Acolhida Cidadã, unidade vinculada à Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), é uma instituição de acolhimento de passagem para pessoas em situação de rua ou que, por algum motivo, necessitem de um local de permanência. O trabalho desenvolvido na unidade é baseado no princípio do respeito e da ética e na Política Nacional para a População em Situação de Rua. Atualmente, a Casa Acolhida Cidadã conta com 78 servidores para atender 146 pessoas em situação de rua acolhidas na unidade.

O atendimento prestado inclui cuidados de higiene pessoal, alimentação, pernoite com segurança, assim como são verificadas as necessidades individuais por meio de entrevista social realizada pela equipe técnica responsável pelo acompanhamento dos casos. Quando necessário, são feitos encaminhamentos para as demais políticas públicas, incluindo atendimento de saúde, abrigos permanentes e casas de recuperação. No local, é realizado também atendimento psicossocial, orientação e encaminhamento para aquisição de documentos pessoais, atividades ocupacionais, orientação e encaminhamento para o mercado de trabalho.

Todos os profissionais que trabalham na Assistência Social do Município, em especial na Casa Acolhida Cidadã, recebem formação contínua, pois o trabalho é especializado e requer da equipe uma conduta humanizada e responsável. A qualificação é importante para que assistentes sociais, psicólogos, educadores sociais e funcionários de coordenação atendam da melhor forma as pessoas que estão com seus direitos violados.

Aos que passam pela Casa Acolhida Cidadã, é garantido o direito de ir e vir, previsto na Constituição Federal. Todas as regras são explicitadas no ato da entrada do usuário. Muitos optam por não permanecerem, pois não aceitam regras. Mas a Semas cumpre seu papel de proteger e atuar em prol dos excluídos.

Roberta Amorelli, da editoria de Assistência Social

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